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LDO: Transportes apresenta metas para 2021

 

 

 

 


27/05/2020

A Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira realizou, nesta quarta-feira (27), uma audiência pública para discutir as metas e prioridades da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) para o próximo ano. O coordenador técnico Eloir de Oliveira Faria, representante da pasta, destacou a incerteza sobre a quantidade de usuários no sistema de transporte público após a pandemia e declarou que o corredor expresso Transbrasil será concluído até o final do ano. As propostas da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 estão presentes no Projeto de Lei nº 1.784/2020.


De acordo com o coordenador técnico da SMTR, o sistema de BRT Transbrasil utilizará ônibus elétricos para atender a meta de adotar fontes de energia mais limpas e políticas de transporte público de baixo impacto poluente. O coordenador destaca que há grande incerteza sobre o funcionamento do sistema de transporte público após a pandemia, uma vez que a quantidade de usuários será influenciada pelo desemprego, continuidade do home office e medo de contaminação em ambientes públicos como ônibus e vagões. O representante da pasta apresentou como meta a redução em 50% no tempo de deslocamento dos corretores BRTs no horário de pico e a diminuição do nível de ocupação dos ônibus articulados.


O diretor-presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio), Airton Aguiar Ribeiro, apresentou a meta de reduzir a taxa de homicídios culposos decorrentes de acidentes de trânsito em 15%, em relação a 2016, além de revisar o tempo semafórico de 120 travessias e realizar a manutenção de todo o sistema. De acordo com o diretor-presidente, ainda seriam necessários mais dois anos de trabalho para melhorar a sinalização de toda a cidade.


A presidente da Comissão, vereadora Rosa Fernandes (PSC), perguntou sobre como a pasta está se adaptando ao cenário da pandemia e se há data para a implantação do BRT TransBrasil. O coordenador técnico Eloir afirma que os estudos serão concluídos em junho e que o corredor expresso será inaugurado até o final do ano. Já o diretor-presidente da CET-Rio afirma que a empresa não parou e está aproveitando o momento, com menor quantidade de carros circulando, para realizar os trabalhos de manutenção. Ele destaca que já foram implantadas 2, 5 mil placas de sinalização e que serão instaladas outras 5 mil até o final do ano. A meta é implantar mais 10 mil em 2021. O diretor-presidente da CET-Rio ainda alerta para o custo de R$ 100 mil por mês para repor placas de sinalização roubadas ou danificadas por atos de vandalismo.


O vereador Rafael Aloisio Freitas (CIDADANIA), vice-presidente da Comissão, solicitou informações sobre a higienização dos transportes públicos e como se dará a fiscalização. O parlamentar pediu que a pasta adote políticas adequadas para o drive thru, bastante usado pelo comércio durante a pandemia, e para os ciclistas de competição, após as academias serem liberadas. De acordo com o coordenador técnico Eloir, a fiscalização é realizada nas garagens dos ônibus.


O vereador Leonel Brizola (PSOL) alertou para o adensamento de aplicativos de transporte na cidade, afirmou que só uma das empresas já tinha 100 mil motoristas e agora, com a crise econômica, certamente terá mais de 200 mil. O parlamentar cobrou mais fiscalização e indagou se Prefeitura cobra impostos desses aplicativos. Também pediu a aplicação de leis já aprovadas que beneficiam taxistas, como o parcelamento de multas de vistorias e a desobrigatoriedade de impressoras. De acordo com o coordenador técnico, os aplicativos precisam ser regulamentados, mas a questão está judicializada.


Para o vereador Átila A. Nunes (DEM), a perda de tempo da população nos transportes público e privado traz consequências negativas tanto para a economia quanto para a qualidade de vida. Entre as críticas apresentadas pelo parlamentar, estão a falência de empresas de transporte na Zona Oeste, a continuidade de problemas no sistema BRT, mesmo após a intervenção, e a não conclusão da obra do BRT Transbrasil, iniciada ainda na gestão anterior.


O vereador Alexandre Isquierdo (DEM) cobrou mais fiscalização contra a pirataria e solicitou maior presença de profissionais, conhecidos como verdinhos, nos cruzamentos onde há maior índice de engarrafamentos. De acordo com o diretor-presidente da CET-Rio, a pasta conta com um pouco mais de 300 verdinhos (agentes de trânsito) distribuídos em 80 pontos, mas o ideal seria contar com ao menos 500 profissionais.


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