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Campanha de combate ao bullying e à pedofilia poderá utilizar veículos do município

 

 

 

 

Foto de:   Foto: Reprodução

18/12/2019

Para conscientizar a população sobre os malefícios causados pelo bullying e pela pedofilia, em especial professores, pais e alunos da rede municipal de ensino, o vereador Leonel Brizola (PSOL) apresentou o Projeto de Lei nº 1.489/2019 que cria, em caráter permanente, campanha contra essas práticas nos veículos utilizados para o transporte de estudantes.

De acordo com a medida, poderá ser utilizado material gráfico na parte externa e interna dos veículos, desde que seja respeitado o Código de Trânsito Brasileiro e as legislações municipais relacionadas ao tema. Também é autorizada ao município firmar convênios com instituições públicas e privadas para viabilizar a campanha.

Brizola revela dados da Agência Brasil segundo os quais o bullying acomete aproximadamente um em cada dez estudantes nas escolas do Brasil, podendo ser praticado de forma verbal, moral, social, psicológica e até virtual.

"Além da baixa autoestima, as crianças vítimas de bullying têm problemas de insegurança, pouca capacidade de lidar com frustrações, ansiedade, irritabilidade, falta de autocontrole, comportamento de isolamento e níveis elevados de ansiedade", salienta o parlamentar.

Pesquisa realizada pelas Nações Unidas em 2016, com 100 mil crianças e jovens de 18 países, mostra que, em média, metade deles sofreu algum tipo de bullying por razões como aparência física, gênero, orientação sexual, etnia ou país de origem. No Brasil, esse percentual é de 43%.
Os números constam do relatório "Pondo fim à tormenta: combatendo o bullying do jardim de infância ao ciberespaço", realizado pelo representante do secretário-geral da ONU para o combate à violência contra a criança e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Conforme o relatório, no Brasil, 17, 5% das crianças sofreram bullying algumas vezes por mês; 7, 8% disseram sentir-se excluídos pelos colegas; 9, 3% afirmaram ser alvo de piadas; 4, 1%, revelaram que foram ameaçados; e 3, 2% admitiram que foram empurrados e agredidos fisicamente. Outros 5, 3% contaram que os colegas frequentemente pegam e destroem as coisas deles e 7, 9% são alvo de rumores maldosos. Com base nos relatos dos estudantes, 9% foram classificados no estudo como vítimas frequentes de bullying, ou seja, estão no topo do indicador de agressões e mais expostos a essa situação.

Quanto à pedofilia, dados do Disque 100 mostram que no Brasil, no ano de 2018, foram registradas mais de 17 mil denúncias de violência sexual contra menores de idade. A maior parte delas é de abuso sexual (13, 4 mil casos), mas há denúncias também de exploração sexual (3, 6 mil).
"Só nos primeiros meses deste ano, o governo federal registrou 4, 7 mil novas denúncias de pedofilia. O objetivo desta proposta é alertar sobre esse tipo de crime, envolvendo a família e a sociedade na prevenção e no combate", argumenta Brizola.


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