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Educação ganha observatório para receber denúncias de perseguição política

 

 

 

 

Foto: ASCOM

27/11/2019

Em dia de defesa de uma educação democrática, o vereador Tarcísio Motta (PSOL) lançou, na Câmara do Rio, na segunda-feira (25), o Observatório da Educação Democrática Carioca, que nasce com as missões de tornar-se um repositório com materiais para informar e contribuir para a ampliação do debate do tema; de difundir materiais de defesa da educação e dos profissionais de ensino que se encontram em situação de perseguição política; e de oferecer o ZapEduca, uma ferramenta de comunicação que irá receber as denúncias.

O educador e filósofo brasileiro Paulo Freire foi lembrado ao longo do evento por diversos educadores, em especial o vereador Tarcísio Motta. "Como nos ensina Paulo Freire, a educação é prática da liberdade. Por isso, estamos aqui para duas coisas: lançar o Observatório da Educação Democrática Carioca e homenagear uma série de educadores que resistem", explicou. O parlamentar destacou ainda que, em tempos de desencanto, é preciso celebrar a resistência democrática da educação. "Como diz Freire, precisamos esperançar, juntar pessoas e agir juntos para construir o nosso amanhã".

O evento foi aberto com uma canção de Capinam, entoada por Lucio Sanfilippo, que diz "vou aprender a ler pra ensinar os meus camaradas". Na mesa, professores das redes pública e privada da cidade do Rio de Janeiro: Fernando Penna, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense; Roberto Leher, professor de Pós-Graduação da Educação e ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Elizabeth Carla Barbosa, do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes/RJ); Dione Sousa Lins, do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ); Marcelo Ferreira Sant’anna, do Sindicato dos Profissionais do Município do Rio de Janeiro (Sinpro/RJ); José Cláudio Souza Alves, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; e Amanda Mendonça, do Observatório da Laicidade.

Todos foram homenageados com Moções de Congratulações e Louvor e fizeram questão de ressaltar a batalha diária dos educadores. Marcelo Ferreira Sant’anna lembrou da luta cotidiana dos professores das escolas privadas. Dione Sousa Lins citou uma greve histórica dos professores do Sepe, há 40 anos, quando conseguiram equivaler o piso salarial da categoria a cinco salários mínimos.

Já Elizabeth Carla Barbosa ressaltou que o Observatório irá ajudar na luta por autonomia e liberdade de cátedra e a ex-assessora da vereadora Marielle Franco, Amanda Mendonça, observou que "defender a educação democrática é defender a laicidade".

O estudioso da Baixada Fluminense, José Cláudio Souza Alves, dedicou a homenagem às pessoas que foram assassinadas e executadas na região e no resto do país. Roberto Leher frisou que é importante celebrar e fortalecer as organizações que estão na defesa da educação pública. Por fim, Fernando Penna apontou a necessidade do retorno das discussões sobre a Pedagogia do Oprimido, obra de Paulo Freire que propõe uma uma nova forma de relacionamento entre professor, estudante e sociedade.

Estiveram ainda presentes o vereador Babá (PSOL), o deputado estadual Flávio Serafini e o ex-deputado Chico Alencar.


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