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Ato ecumênico celebra Sínodo em defesa da Amazônia

 

 

 

 

Foto de:   ASCOM

07/10/2019

A Câmara do Rio realizou um ato para celebrar o Sínodo em defesa da Floresta Amazônica nessa sexta-feira (4), contando com a iniciativa do vereador Reimont (PT) e a presença de representantes de diversas religiões.

O papa Francisco convocou a realização da Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Região Pan-Amazônica para ser realizada em Roma, nos dias de 6 a 27 de outubro. O Sínodo é uma reunião, que pode ser consultiva ou deliberativa, sobre o tema proposto. A Amazônia foi escolhida porque foram identificados graves problemas sociais na região – o tráfico de seres humanos, a exploração sexual, a pobreza e a violência contra as mulheres – e a ocorrência de crimes como o assassinato de líderes e ativistas, o narcotráfico, a derrubada ilegal de árvores, a caça e pesca predatórias, entre outros.

O vereador Reimont destaca que as demandas do papa Francisco não dizem respeito apenas à Igreja Católica, mas a todas as pessoas, independente de religião, uma vez que as questões ambientais afetam a toda a população. "Nosso planeta pede parceria e nos chama para a responsabilidade sobre nossos atos", afirmou.

A assessora da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), Moema Miranda, declarou que vivemos tempos extremos e de grande periculosidade, nunca antes visto. "Esse papa foi capaz de ouvir a ciência. 97% dos cientistas afirmam que os seres humanos usam os recursos naturais de forma abusiva, além da capacidade de regeneração do planeta. A Amazônia é uma terra disputada entre dois grupos: o modelo da sociobiodiversidade, da sustentabilidade, como a cadeia do açaí e do babaçu, que rende muito mais do que o gado; e o projeto predatório, criado pela avidez dos grandes negócios". Moema Miranda acrescenta que as questões ambientais têm vínculo com os problemas sociais, uma vez que a seca em uma região pode provocar êxodo para outra parte do país, agravando a desigualdade.

A pastora Lusmarina Garcia condenou a crise desencadeada na Amazônica, resultado da indústria do extrativismo. A pastora destacou que a Igreja Católica não está sozinha e celebrou a presença de representantes de diferentes religiões no evento.

A reverenda Inamar de Souza defende que a luta pela Amazônia seja formada também por uma mudança de comportamento no dia a dia, em vez de atos pontuais, e afirma que não utiliza em sua igreja produtos descartáveis de plástico, como canudos e copos. A reverenda destaca que o papa fez questão de dar voz às pessoas que nasceram e cresceram na Amazônia e, portanto, conhecem melhor os problemas da região.

O evento contou com a presença do babalaô Ivanir dos Santos, da professora Glaucia Ferreira, do pastor Clemir, entre outros representantes de diversas religiões e da sociedade civil.


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