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CPI do Túnel Acústico ouve empresas responsáveis por contratos de manutenção

 

 

 

 

Foto: ASCOM

04/09/2019

A Câmara Municipal realizou, nessa terça-feira (3), uma audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura as causas e as consequências do desabamento de uma estrutura do Túnel Acústico Rafael Mascarenhas.

A audiência teve como objetivo ouvir representantes das empresas responsáveis pelos contratos de manutenção da área de planejamento onde se encontra o túnel, sendo elas a Macport Estrutural Ltda., a Engrest Engenharia de Recuperação Estrutural Ltda. e a Resitec de Teresópolis Construções Ltda.

O presidente da comissão, vereador Reimont (PT), quis saber do representante da Resitec sobre os pontos de serviços de manutenção realizados durante o período do contrato, que se estendeu entre julho de 2016 e abril de 2019. Ricardo de Sá Osborne da Costa, sócio-gerente e responsável técnico da empresa, não soube dizer. Segundo ele, "não há como precisar os pontos, pois são dois anos de contrato". Além disso, Ricardo explicou que esse contrato trata especificamente de consertos pequenos, nada que envolvesse reparos em grandes obras de arte da cidade.

Reimont também questionou sobre a licitação feita para renovação do contrato de manutenção em janeiro deste ano. Ricardo de Sá informou que o mesmo não está assinado e, portanto, parado. Ele justificou a inatividade devido à falta de verbas repassadas pela Prefeitura.

O vereador Átila A. Nunes (MDB), relator da CPI, se mostrou preocupado com a questão após o representante da Resitec informar que a falta de alguns reparos pequenos podem oferecer riscos para a segurança da população. "Não há uma empresa prestando esses serviços no momento, isso é uma coisa muito séria. Precisamos cobrar da Prefeitura quem será o responsável por realizar esse trabalho de manutenção; se serão técnicos da equipe interna da Prefeitura ou de alguma outra empresa", disse o parlamentar.

As outras duas empresas convidadas a prestar esclarecimentos à CPI, Macport Estrutural e Engrest Engenharia de Recuperação Estrutural, enviaram justificativas para o não comparecimento à oitiva. Um representante da Macport compareceu à audiência para informar que o profissional convocado para testemunhar não estava disponível; a Engrest encaminhou um ofício justificando a ausência dos representantes.
Átila A. Nunes sugeriu aos membros da comissão o encaminhamento de uma notificação de convocação para as empresas, ao invés de um convite, para que mandem um representante legal para testemunhar na CPI. "É uma coisa simples. Não estamos acusando ninguém aqui. Apenas queremos entender como funcionam os contratos de manutenção", explicou o vereador.

Reimont terminou a audiência afirmando estar muito preocupado com a situação da cidade do Rio de Janeiro. "Com tudo que estamos apurando na CPI e com todas as informações repassadas até agora, o que podemos concluir é que existe um desleixe com a manutenção no município do Rio", disse.

A próxima audiência da CPI ficou marcada para o dia 10 de setembro. Também estiveram presentes os vereadores Paulo Pinheiro (PSOL) e Matheus Floriano (DEM), ambos membros titulares.


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