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Comissão da Pequena África quer reparação por crimes da escravidão

 

 

 

 

Foto: ASCOM

22/08/2019

Além da demarcação da área urbana, as medidas de reparação incluem ainda a restauração de prédios ou fachadas com mais de cem anos situados naquela região, reconstrução de ladeiras, becos e vielas, respeitando a característica original. O perímetro delimitado envolve a Praça São Francisco da Prainha, seguindo a fralda do Morro da Conceição, Rua do Acre lado direito em direção à Rua Leandro Martins, Rua Camerino do lado direito, sentido Praça dos Estivadores, Rua Senador Pompeu, muro da Supervia, fraldas dos morros das Providência e do Pinto, Rua Pedro Álvares Cabral do lado direito, Rua da Gamboa do lado direito, portão de entrada do Cemitério dos Ingleses, Rua Pedro Ernesto, Praça da Harmonia e entorno, Avenida Venezuela do lado direito, sentido Rua Edgar Gordilho, Rua Edgar Gordilho e Praça São Francisco da Prainha.

Outra medida prevista na legislação foi a criação de uma comissão mista denominada de Pequena África, integrada por representantes da Prefeitura, de entidades de direitos humanos, moradores e empresas que ocupam a região histórica delimitada.

Nessa terça-feira (20), integrantes da comissão estiveram no Palácio Pedro Ernesto para agradecer pessoalmente ao presidente da Câmara Municipal do Rio, vereador Jorge Felippe (MDB), pela promulgação da legislação. Eles também pediram a execução da lei em vigor, já que uma das atribuições do Executivo é a criação de uma superintendência para administrar a área urbana demarcada, além de promover atos que preservem a memória africana.

Participaram do encontro Mestre Yedo Ferreira, Osvaldo Sérgio Mendes, Denise Barbosa, Norma Shirley dos Santos, Regina Helena e Ariolana Conceição Pereira. A comissão também foi recebida por um dos autores da Lei Municipal nº 6.613/2019, o vereador Fernando William (PDT), que apresentou a proposição no Legislativo junto com a parlamentar Teresa Bergher (PSDB).

Com 84 anos, Mestre Yedo esteve presente na Conferência de Durban contra o Racismo, realizada em 2001, na África do Sul. Ele destaca que o evento é de grande importância por reconhecer o tráfico transatlântico de seres humanos e a escravização do africano como crimes contra a humanidade, imprescritíveis, e cujos descendentes têm direito à reparação.


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