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CPI do Túnel Acústico: representantes do Geo-Rio e da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação prestam depoimento

 

 

 

 

Reprodução: ASCOM

09/08/2019

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que tem por finalidade apurar os fatos e as consequências que levaram ao desabamento de parte da estrutura do túnel acústico Rafael Mascarenhas realizou, nessa quinta-feira (8), uma oitiva com o presidente do Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro (Geo-Rio), Ernesto Ferreira Mejido, e com o coordenador-geral de projetos da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação, Carlos Dantas de Campos.


O presidente da CPI, vereador Reimont (PT), quis saber sobre as vistorias realizadas nas encostas que se encontram próximas às obras especiais (túneis, viadutos, passarelas), sua frequência e como são determinadas as prioridades.


O presidente do Geo-Rio,    órgão responsável pela execução do serviço de contenção de encostas, explicou que não há uma periodicidade ou planejamento para as vistorias. Que as mesmas são realizadas a partir de demandas feitas pela Defesa Civil, ou quando há algum erro detectado durante os sobrevoos feitos por meio de helicópteros. As demandas que chegam até o órgão definem o que é prioridade.


O parlamentar também questionou quando foi realizada a última inspeção da encosta que sustenta a estrutura do túnel acústico Rafael Mascarenhas antes do desabamento. E ainda,   como são feitas as manutenções nas calhas de escoamento de água, que foram encontradas obstruídas por lixo na visita técnica realizada pelos membros da CPI, mas Ernesto Mejido não soube responder.


Em seguida, os questionamentos foram dirigidos a Carlos Dantas. Reimont também foi incisivo na questão das vistorias, especificamente das obras de arte especiais.  O gestor informou ao vereador que essas são rotineiras. “Recebemos muitas solicitações de vistorias de diversos lugares, mas também realizamos visitas independentes para constatação de danos e realizar reparos”, afirmou o coordenador, mas sem dar uma resposta definitiva sobre a frequência.


O vereador Reimont apresentou dados do levantamento realizado pela Comissão, que apontam uma redução de 75% no número de vistorias em obras de arte especiais desde 2016, sendo 284 contra apenas 72 no ano de 2019. O coordenador não soube dizer o porquê dessa redução, e enviará resposta após análise interna no órgão.


O vereador questionou por que a recuperação do túnel Noel Rosa não consta no mapa de risco da Secretaria de Infraestrutura. Carlos Dantas informou que o contrato de recuperação  foi suspenso por falta de recursos disponibilizados pela Prefeitura.


Ao final da oitiva, Reimont informou que encaminhará um ofício para solicitar quais  obras de reparo foram realizadas nos anos de 2016 e 2019, e marcou a próxima reunião da CPI para 25 de agosto. Também estiveram presentes os vereadores Átila A. Nunes (MDB), relator, e Paulo Pinheiro (PSOL), membro.


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