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Frente Parlamentar apresenta propostas para bairros sustentáveis

 

 

 

 


12/06/2019

A Frente Parlamentar em Prol da Elaboração das Políticas Públicas para o desenvolvimento dos Bairros Sustentáveis e em Prol do Fomento e Aprimoramento das Políticas Públicas Municipais de Educação (PROMEA) Ambiental realizou reunião, nessa quarta-feira (12), com a finalidade de conhecer propostas de escolas e da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR). O evento contou com a iniciativa do vereador Prof. Célio Lupparelli (DEM).


As professoras Jéssica Duarte de Carvalho Rodrigues e Angélica Lisboa Guimarães apresentaram o projeto pedagógico da escola Ana Barros Câmara, que inclui ações de sustentabilidade. De acordo com as docentes, a unidade fica entre Acari e Coelho Neto – uma das regiões com menor IDH da cidade –, mas as pequenas ações da escola estão representando significativo resultado na comunidade.


A escola já realizava coleta seletiva do lixo, agora ensina aos alunos sobre reaproveitamento de alimentos, arboviroses, plantas medicinais e como produzir menos lixo. Os professores ainda criaram um ecoponto para recolher óleo de cozinha usado, que já recebeu 300 litros neste ano. Agora a escola tem como meta ampliar a horta e coletar água da chuva e do ar condicionado.


O vereador Prof. Célio Lupparelli afirma que pretende divulgar o trabalho das professoras nas mídias sociais e cobrar apoio da prefeitura. "Nosso papel é dar visibilidade aos bons exemplos e levar as demandas ao Poder Executivo".


Representando a Secretaria Municipal de Transportes, Luiz César Peruci do Amaral apresentou dados que foram utilizados no início dos debates para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, previsto no Decreto 45781/2019. O servidor destaca que em todo o mundo há exemplos de colapso de sistemas de transporte baseados na lógica automobilística. A solução adotada tem sido privilegiar, na seguinte hierarquia, os meios de locomoção: pedestres, ciclistas, transporte público, transporte de cargas e veículos particulares.


No Rio de Janeiro, dados de 2014 apontam que os principais deslocamentos pela cidade ocorrem entre a casa e o trabalho (33%) ou estudo (22%). Entretanto, a maior parte dos projetos e construções de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida ocorrem em áreas distantes da região central da cidade, onde está a maioria dos empregos. O transporte público na cidade abriga 47% dos deslocamentos, enquanto 23% são realizados em carros particulares. Os carros e motos são mais usados por pessoas com renda maior do que cinco salários mínimos e as bicicletas são mais usadas por quem recebe menos do que dois salários mínimos, mas são justamente as regiões mais ricas da cidade que possuem maior rede de ciclovias.


O principal desafio apontado pelo técnico é melhorar o transporte público para que aumentar sua aceitação entre os usuários de maior renda, além de ampliar o uso do bilhete eletrônico e promover a interoperatividade entre modais.


O vereador Prof. Célio Lupparelli destaca a importância do transporte público como direito social, para viabilizar o acesso à saúde, à educação e à cultura.


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