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CPI dos Camarotes realiza mais uma oitiva de testemunha

 

 

 

 

Foto: Ascom

07/06/2019

A Comissão Parlamentar de Inquérito que apura denúncia de suposto favorecimento nos leilões dos camarotes da Prefeitura na Passarela do Samba durante o carnaval ouviu nessa quinta-feira (6) Gilvandro Matos, da JGL Comunicação, uma das empresas participantes da licitação. A oitiva foi conduzida pela presidente da CPI, vereadora Rosa Fernandes (MDB), pelo relator, vereador Átila A. Nunes (MDB) e pelo membro, vereador Tarcísio Motta (PSOL).

O depoente, Gilvandro Matos, afirmou que já tinha a prática de participar de outros leilões, porém revelou que não tinha visto que o edital falava em um lance mínimo de R$ 125 mil. Ele estava disposto a oferecer até R$ 100 mil e, por isso, não teria dado nenhum lance. Gilvandro explicou ainda que sua empresa realiza eventos e oferece serviços de gráfica, e mesmo não tendo vencido o leilão, viu ali uma oportunidade de trabalho. "O camarote é oportunidade de negócio pra mim, onde amplio o meu networking. Como eu sabia que o tempo até o carnaval era curto, a empresa que ganhasse poderia precisar dos meus serviços".

Gilvandro Matos negou, no entanto, que sua empresa tenha participado na montagem do camarote, e que apenas indicou contatos de prestadores de serviços como empresa de assessoria de imprensa e de venda de ingressos. Ele não sabe, porém, por que seu nome e telefone constavam como contato no site de serviços Peixe Urbano.

A vereadora Rosa Fernandes questionou se alguém da família dele teve participação direta no camarote. "A sua empresa, o senhor, alguém da sua família ou algum funcionário teve participação durante ou após o leilão ter sido finalizado?" Matos respondeu que não, porém não soube informar quem indicou sua filha, que trabalha no ramo de arquitetura, e que afirmou nas redes sociais ter trabalhado ativamente no camarote.

O vereador Átila A. Nunes quis saber como foi a participação de Gilvandro em uma reunião na sede da Prefeitura para resolver um impasse sobre a escada de acesso ao camarote. Ele afirmou que havia sido chamado por Wagner Pereira para conversar e acabou participando da reunião. Wagner Pereira havia informado, em seu depoimento, que não sabia o motivo de Gilvandro estar lá.

Na próxima semana, os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito devem se reunir para definir o cronograma de trabalho e decidir se irão convocar novas testemunhas ou reconvocar depoentes para esclarecer pontos que ainda geram dúvidas.


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