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Presidente da Comlurb participa de CPI e promete avaliar sugestões dadas por membros da Comissão

 

 

 

 

Foto: Ascom

07/06/2019

Na penúltima fase de audiências com representantes de órgãos técnicos da Prefeitura do Rio, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as consequências dos temporais que atingiram a cidade do Rio, em fevereiro de 2019, se reuniu, nessa quinta-feira (6), com o presidente da Comlurb, Tarquínio de Almeida, e com dois funcionários do órgão, Paulo Macedo, da área jurídica, e Renato Rodrigues, da área de operações. O objetivo da reunião foi conhecer um pouco mais a estrutura da Comlurb, além de suas demandas e planos para o enfrentamento de eventos climáticos extremos, como os que têm acontecido na cidade nos últimos meses.

O presidente da CPI, vereador Tarcísio Motta (PSOL), quis saber sobre a composição do quadro técnico da Comlurb e, se na visão de seu presidente, há déficit de recursos humanos. De acordo com Tarquínio de Almeida, o órgão tem hoje 19.600 funcionários, dos quais cerca de 15.000 são focados na limpeza urbana. Para a área de educação ambiental, ele explicou que existem duas diretorias que lidam com a questão – a de Engenharia e a de Serviços Urbanos. Para o manejo das árvores, são em torno de 1.000 funcionários, com 13 técnicos qualificados em áreas como Botânica, Biologia e Engenharia Florestal.

Para Tarquínio de Almeida, a Comlurb precisa de renovação. "Não precisamos de mais pessoas, e sim de uma oxigenação, principalmente da base. Por causa da idade, parcela dos nossos funcionários não consegue mais dar uma reposta ideal", ressaltou. O presidente do órgão revelou ainda que a empresa conta com 220 veículos, de diversos portes, para atender o município do Rio e realizar o transporte dos funcionários. Para atuar nas favelas, onde o trabalho é mais complexo por causa da dificuldade de acesso, a Comlurb possui compactadores de pequeno porte e veículos satélites que sobem as ladeiras e retiram os resíduos acumulados.

Tarcísio Motta questionou ainda como a cidade tem se preparado para os eventos climáticos extremos, como os temporais de fevereiro deste ano. O presidente da Comlurb respondeu que, de 7 a 15 de fevereiro, houve 1.390 ocorrências, com 100% dos atendimentos de limpeza urbana atendidos. Apenas 2% de atendimentos relacionados ao manejo arbóreo ainda não foram realizados, pois depende da atuação da concessionária de luz Light. A empresa trabalha ainda com protocolos definidos para o enfrentamento dos eventos, e participa de reuniões com outros órgãos da Prefeitura, como o Centro de Operações Rio (COR).

Suplente da CPI, a vereadora Teresa Bergher (PSDB) se mostrou preocupada com a renovação dos contratos que envolvem os garis comunitários e que têm como prazo de encerramento o fim de junho deste ano. Atualmente, a Comlurb tem 633 garis comunitários, distribuídos em 28 áreas da cidade. Estes profissionais facilitam a retirada do lixo das favelas. No momento, a Prefeitura do Rio trabalha com uma possibilidade de prorrogação dos contratos junto ao Ministério Público do Trabalho, para que a população continue a ser atendida. A parlamentar revelou ainda que, do orçamento previsto para atender as comunidades, até o momento foram liquidados apenas R$ 7 milhões.

Como sugestão, em vez de concursos para o município, a vereadora Rosa Fernandes (MDB), membro da CPI, indicou a realização de processos seletivos de garis da Comlurb voltados para regiões específicas da cidade do Rio. Segundo a parlamentar, isso facilitaria o deslocamento e a entrada de funcionários nas comunidades. "Esta Comissão Parlamentar de Inquérito é mais técnica do que investigativa. Queremos apresentar propostas de trabalhos que não vão se encerrar no ano de 2019", argumentou. Como resposta, Tarquínio de Almeida prometeu avaliar a possibilidade.

Dando sequência ao cronograma estabelecido por um grupo de trabalho composto por membros da CPI e órgãos da Prefeitura, as comunidades do Jacarezinho e do Vidigal serão visitadas nas próximas segunda-feira (10) e quarta-feira (12). A próxima oitiva será realizada na quinta-feira (13), com técnicos do COR.

Participaram também os vereadores Renato Cinco (PSOL), relator da CPI, e Tiãozinho do Jacaré (PRB).


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