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CPI dos Camarotes ouve depoimentos de participantes do leilão

 

 

 

 


28/05/2019

A CPI dos Camarotes realizou mais uma reunião de oitivas nessa terça-feira (28), na Sala das Comissões da Câmara do Rio. Foram ouvidos três dos quatro participantes do leilão de camarotes da Prefeitura na passarela do samba para o carnaval de 2019, cuja denúncia de suposto favorecimento é objeto de investigação da comissão.


A presidente da CPI, vereadora Rosa Fernandes (MDB), quis saber qual a relação entre os quatro participantes.


A primeira testemunha ouvida foi Mateus Silvestre, representante da empresa Purim Projetos e Construções, que afirmou ter conhecido todas as pessoas naquele momento. No entanto, confirmou que, como engenheiro, assinou as obras de reparo no camarote mesmo não recebendo dinheiro para isso. Ele ainda afirmou que ganhou convites para ir com a família ao camarote.


O vereador Marcello Siciliano (PHS) alertou ao depoente para os riscos de assinar uma obra como responsável técnico sem ter participado da execução. "Você está colocando sua história de vida, sua carreira, sua formação profissional em risco. Imagina se pega fogo nesse camarote? Você que responde criminalmente em troca de dois ou três ingressos", advertiu.


A segunda testemunha ouvida foi Raphaela Souza, da empresa Adof, que é esposa de Wagner Pereira, sócio da Lockerblind. Wagner foi o vencedor no leilão do camarote, pagando o valor de R$ 125 mil. Raphaela disse que não tinha intenção de fazer um lance e que apenas tinha ido acompanhar o marido para conhecer como funciona uma licitação pública, embora tenha cadastrado sua empresa para participar. Ela afirmou que a aquisição dos camarotes trouxe muitos problemas. "Esse foi um negócio muito ruim pra gente, desde a hora que entramos lá começamos a ter problemas inesperados e tivemos que resolver tudo em um tempo muito curto", disse.


Wagner Pereira afirmou que quis comprar o camarote para levar seus clientes. Ele informou aos membros da CPI que, além da sua esposa, também conhecia um dos outros participantes do processo licitatório, Gilvandro Matos, da JGL Comunicação, que era cliente da sua empresa. Wagner, no entanto, não soube informar porque o Peixe Urbano, uma das empresas que comercializou ingressos do camarote, citou o nome de Gilvandro, e nem porque seu cliente estava presente em uma reunião que compareceu na Prefeitura para definir detalhes do camarote.


Gilvandro Matos, da JGL Comunicação, não compareceu à audiência e será convocado coercitivamente. Estiveram presentes na oitiva o relator da CPI, vereador Átila A. Nunes (MDB), o vereador Tarcísio Motta (PSOL), membro, e a vereadora Teresa Bergher (PSDB), suplente.


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