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Sessão Legislativa (21): Grande Expediente

 

 

 

 


21/11/2018

Cesar Maia (DEM) comentou uma Pesquisa realizada pela Latinobarômetro com 18 países da América Latina e uma matéria publicada no Jornal O Globo, do dia 10 de novembro, com a representante no Chile, Janaína Figueiredo. A pesquisa da Latinobarômetro indica que 2018 foi um péssimo ano para a democracia na América Latina. "Dois países do continente deixaram de ser democráticos (Venezuela e Nicarágua), e todos os indicadores de confiança na democracia regrediram", apontou César. Desde que a Latinobarômetro começou a realizar pesquisas em todos os países do continente, há 23 anos, o respaldo à democracia teve momentos de auge, como em 1997, quando chegou a 63%. Hoje, o percentual caiu para 48%, o ponto mais baixo desde 20 anos", comentou. Cesar Maia destacou ainda que, segundo a pesquisa, no Brasil, a satisfação com a democracia é a menor na região, com 9%.


O vereador Leandro Lyra (Novo) fez uma análise do desafio previdenciário do país. "O Brasil tem uma pirâmide etária que está se invertendo, o que é verdade. A gente tem uma demografia muito ruim, em termos previdenciários. Por quê? Porque você tem muita gente concentrada, hoje, entre 40 e 50 anos que vai se aposentar nos próximos 20 anos; e a quantidade de jovens para pagar por essas aposentadorias vai diminuir drasticamente. É o famoso fim do bônus demográfico, momento em que o país tem muitas pessoas jovens", ressaltou.


O vereador Inaldo Silva (PRB) fez uma comparação entre o momento de fartura vivido no Egito e o momento de fartura vivido no Rio de Janeiro. "O maior exemplo de recuperação foi quando José governou o Egito, diferente do que aconteceu no Rio de Janeiro. Na época de muita fartura, de muito dinheiro, houve muita ostentação, viagem para Paris, muito gasto, e a consequência disso nós vemos: tantos políticos do alto escalão presos. Lá no Egito, não. Quando o faraó teve um sonho, e José foi interpretar o sonho do faraó, ele disse ao faraó que haveria sete anos de vacas gordas, depois sete anos de vacas magras. José disse o seguinte: ‘Nesses sete anos de vacas gordas, vamos administrar, vamos construir celeiros, vamos guardar. Quando a crise chegar, nós teremos recursos’. Foi o que aconteceu lá. Bem diferente daqui", considerou.


O vereador Fernando William (PDT) lembrou a importância da oposição em um governo. "Em uma democracia é importante que a oposição exista e se manifeste. Há uma frase de Voltaire na qual ele diz que: ‘a crítica é tão importante que deveria ser feita pelos amigos’. Normalmente, os amigos só elogiam, quando também deveriam criticar", disse Fernando criticou o fato de que a obra prevista para dar melhor acesso ao condomínio Península, na Barra da Tijuca, não estava na documentação apresentada pela Secretaria de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação à Comissão criada pelo parlamento para acompanhar obras inacabadas. "Segundo os próprios técnicos, essa obra custaria R$ 2 milhões. Aí, a pergunta que nos vem: por que ela não está na relação de obras previstas a serem realizadas e entregues pelo Sebastião Bruno a esta Casa? Por que não está prevista na Lei Orçamentária da Prefeitura? E por que fazer uma obra de R$ 2 milhões para beneficiar um grupo de pessoas já ultrabeneficiadas ao mesmo tempo em que se cortam 184 equipes de saúde, deixando de atender uma parcela imensa da população?".


A vereadora Teresa Bergher (PSDB) comentou a decisão da 8ª Vara de Fazenda Pública da Capital que determinou que a Prefeitura faça uma intervenção nos quatro consórcios que operam o sistema de ônibus para garantir a climatização dos veículos e melhorias na qualidade dos serviços prestados. "O que me assusta mais nessa questão são as péssimas condições do transporte público no nosso município, ônibus caindo aos pedaços, atrasos, muitas vezes as pessoas ficam horas nos pontos aguardando o ônibus e eles não passam", criticou. A vereadora sugeriu que os vereadores organizem um movimento para cobrar melhorias no sistema. "Nós, como vereadores, deveríamos organizar um movimento aqui nesta Casa e cobrar para que os usuários não continuem a viver esta situação. Acho que a obrigação do prefeito é defender os interesses da cidade, nunca das empresas de ônibus", condenou.


Por fim, o vereador Babá (PSOL) lembrou do Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro. "Passados exatos 130 anos da abolição, da velha a da nova República, em pleno século XXI, o povo negro ainda sofre com o racismo, tem as piores condições de vida, figura nos mais inferiores índices de desenvolvimento humano, emprego, moradia e nos mais altos índices de mortes violentas, principalmente praticadas pela polícia. E, como indicam os resultados das recentes eleições para presidente e governadores, todos esses índices ainda podem piorar muito mais. Esse é um dia para refletir sobre a luta do proletariado negro contra a ideologia racista de uma elite branca e seu modelo de exploração capitalista", lembrou Babá.


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